Autor: Acelera Foz

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Transformação da Vila A no primeiro bairro público inteligente…

A previsão é que a instalação das soluções que integram a primeira entrega do projeto seja concluída ainda em dezembro de 2020.

Quem passa pela Vila A já percebe que o bairro passa por mudanças, mas talvez não saiba ainda que vai se tornar referência para todo o Brasil. Em um ponto do bairro, há obras para receber semáforos inteligentes. Em outro, para a troca dos pontos de ônibus, que passarão a ter informações sobre o itinerário. Há ainda uma série de outras adaptações para receber as tecnologias que o tornarão o primeiro bairro público inteligente do país.  

A previsão é que a instalação das soluções que integram a primeira entrega do projeto seja concluída ainda em dezembro deste ano. A iniciativa é promovida pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR) e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, em parceria com a Itaipu Binacional, Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu e Companhia Paranaense de Energia (Copel). 

A implantação desta primeira fase, que envolve semáforos e pontos de ônibus inteligentes, câmeras de monitoramento de placas, luminárias inteligentes com reconhecimento facial e o Centro de Controle e Operações (CCO), onde as tecnologias serão monitoradas, iniciou no final de setembro.

Já foram retirados os quatro pontos de ônibus antigos, que serão substituídos por inteligentes e terão um painel com os horários do transporte coletivo e carregamento de celular. Estão sendo instaladas as estruturas metálicas dos novos equipamentos, com previsão de término para o final desta semana.

Já os semáforos inteligentes, nos quatro principais cruzamentos do bairro, tiveram toda a parte de infraestrutura preparada, e a instalação dos equipamentos acontece na próxima semana. Os semáforos inteligentes possuem Inteligência Artificial, que permite a otimização do tempo de passagem conforme o fluxo nas vias do bairro e a detecção, por exemplo, de ambulâncias, garantindo maior agilidade no atendimento das vítimas. Também serão instalados semáforos para pedestres.

Os postes e caixas de inteligência da iluminação inteligente estão prontos e, a partir da próxima semana, as luminárias e câmeras de reconhecimento facial começam a ser implementadas. O Centro de Controle e Operações, que vai funcionar na Concha Acústica do Gramadão, está com quase tudo finalizado para iniciar o monitoramento de todas essas soluções, que têm o objetivo de proporcionar melhorias na rotina e, por consequência, na qualidade de vida não apenas dos moradores da Vila A, como de toda a cidade.

“Além de aumentar a qualidade de vida dos cidadãos, o Vila A Inteligente pretende trazer a Foz do Iguaçu novas empresas interessadas em validar suas tecnologias. Isso vai permitir a diversificação da economia da cidade e a geração de novos empregos e renda”, destacou o diretor superintendente do Parque Tecnológico, general Eduardo Garrido.

De acordo com Tiago Faierstein, líder do projeto Cidades Inteligentes da ABDI, a partir da entrega da primeira fase do projeto, pretende-se trazer a Foz do Iguaçu gestores de todo o Brasil para conhecer a iniciativa. “Queremos sensibilizá-los em relação à importância da tecnologia para melhorar a qualidade de vida do cidadão. Para isso, traremos caravanas de prefeitos e gestores públicos para que vejam a transformação da Vila A”, salientou.

O secretário de Tecnologia da Informação e coordenador do Vila A Inteligente pela Prefeitura de Foz, Evandro Ferreira, comentou que o trabalho para efetivação desta primeira fase tem sido intenso. “Vejo o avanço exponencial da implantação das tecnologias, com expectativa de que o mais breve possível esteja tudo disponível para os moradores do bairro e a cidade de Foz do Iguaçu”, afirmou.

“Essas tecnologias, que em poucos dias começarão a ser experimentadas por todos aqueles que transitam pela Vila A, são apenas o início da mudança do bairro, que terá uma dinâmica muito mais otimizada na interação com os serviços e espaços públicos. Muito ainda está por vir.”, salientou Garrido.

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Primeiro bairro público inteligente do Brasil tem logomarca escolhida…

Com a logomarca, fica tudo pronto para a divulgação das ações, que começam a ser vistas pela população da cidade. 

A disputa para escolher a logo do Programa Vila A Inteligente foi apertada, mas a opção dois saiu na frente e vai dar a cara da iniciativa que transforma a Vila A, em Foz do Iguaçu, no primeiro bairro público inteligente do país. Com a logomarca, fica tudo pronto para a divulgação das ações, que começam a ser vistas pela população da cidade. 

A votação da logo foi aberta ao público, justamente para que os próprios cidadãos escolhessem a opção preferida de um projeto que tem como proposta envolver a comunidade, uma vez que as tecnologias que serão implementadas visam promover a melhoria do bem-estar e da qualidade de vida. 

A opção dois, que obteve o maior número de votos, foi feita pela publicitária Jaqueline Ferreira dos Santos, do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), uma das instituições promotoras do programa, em conjunto com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Itaipu Binacional e a Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu. A arte da logomarca escolhida usa a ligação de pontos, que representam as tecnologias instaladas, para formar as letras iniciais do nome do bairro (VA). 

“Agradecemos aos demais profissionais que com suas expertises e criatividades contribuíram com as outras opções de logomarca para o Vila A Inteligente. Ficamos satisfeitos em observar que começamos a atingir o objetivo de envolver a população no projeto”, afirma o diretor superintendente do Parque Tecnológico, General Eduardo Garrido. “Esse é um projeto da cidade de Foz do Iguaçu, que começa pela Vila A, mas a depender do sucesso é possível estender para outras regiões da cidade e até para outros municípios do país”, complementa. 

Em andamento

Na última semana, foi instalado na Concha Acústica do Gramadão da Vila A, o Centro de Controle e Operações (CCO) do programa, espaço onde todas as tecnologias serão monitoradas. Nesta segunda-feira, 23, foi iniciada a substituição dos quatro pontos de ônibus que se tornarão inteligentes. A estrutura terá uma tela com os horários do transporte coletivo, carregador para celular e uma iluminação própria, a fim de aumentar a segurança dos usuários. 

Está prevista para esta semana também a implementação dos semáforos inteligentes nos quatro principais cruzamentos do bairro. Além dessas soluções, esta primeira fase da iniciativa, que deverá ser lançada nas primeiras semanas de dezembro, também contempla câmeras de monitoramento de placas e luminárias inteligentes com câmeras com reconhecimento facial.

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Integração entre estudantes e empresários deve criar oportunidades para…

Diretores do Parque Tecnológico Itaipu visitaram alguns dos projetos que estão sendo desenvolvidos por acadêmicos e empresários do Programa Integração Universidade Empresa

As atividades do Programa Integração Universidade Empresa, uma das ações do Programa Acelera Foz, continuam a todo vapor com o desenvolvimento de pesquisas envolvendo estudantes de diferentes instituições de ensino e empresários locais. Diretores do Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR) – instituição responsável por fazer a integração entre as empresas e as universidades – visitaram alguns dos projetos que estão em andamento.

OUÇA AQUI OS DEPOIMENTOS DA VISITA. 

Segundo o diretor superintendente do PTI-BR, general Eduardo Garrido, o objetivo da aproximação in loco foi estreitar relações com os atores envolvidos nas iniciativas, além de ouvir as impressões sobre o desenvolvimento das atividades, visando a validação do método do Programa.

“Apesar de ser um resultado parcial, temos a percepção que está sendo uma vivência muito proveitosa tanto para a empresa quanto para os estudantes. Esse feedback será muito importante para a continuidade do Programa no próximo ano”, explicou Garrido. 

Pesquisas e oportunidades

A primeira parte da visita foi na fábrica da empresa Trilha do Açaí, que em conjunto com estudantes do Centro Universitário UniAmerica, está desenvolvendo uma série de pesquisas para análise da viabilidade do plantio e manejo do Açaí-Jussara (Euterpe oleraceae) no município, buscando suprir a alta demanda pelo insumo. 

O diretor da empresa, Werley Andriel Borges, destacou que os estudos possuem potencial de movimentar uma nova cadeia produtiva na região. “Se os resultados do plantio forem exitosos, será um novo produto para o Oeste do Paraná que pode gerar renda e, quem sabe, até o arranjo de uma nova cooperativa”, vislumbrou o empresário.

Açaí-Jussara (Euterpe oleraceae) pode ser um importante produto para região Oeste do Paraná. Foto: Kiko Sierich 

Para a estudante do 4º período do curso de agronomia da UniAmerica, Maria Eduarda Santos Nóbrega, a iniciativa “é uma oportunidade para entrada no mercado de trabalho, já que Foz do Iguaçu não possui um campo de atuação muito amplo no seguimento”. Esta é a primeira experiência da futura agrônoma, de 19 anos, com a profissão.

Aprendizado na prática

A segunda empresa visitada foi a Capta Solar. Neste caso, as pesquisas com alunos de engenharia da Unioeste estão voltadas para o processo de dimensionamento de sistemas de energia solar fotovoltaica, especificamente na região Oeste do Paraná.
Imann Tarbine, supervisora dos alunos no Programa, esclareceu que as pesquisas – inéditas na região – devem impactar significativamente o modelo de negócio da empresa, garantindo maior assertividade nos cálculos para as necessidades dos clientes. 

Os estudantes estão realizando um estudo sobre as perdas nos sistemas fotovoltaicos e um aplicativo para dimensionamento da tecnologia. De acordo com Imann, “as ações estavam nos planos da empresa, mas só saíram do papel após início das atividades do programa”.

Segundo Marcelo Bernartt do 5º ano de Engenharia elétrica da Unioeste, a iniciativa está sendo fundamental para o aprendizado prático dos conceitos técnicos abordados em sala de aula. 

Pesquisas realizada com bolsistas da Capta Solar são inéditas na região. Foto: Kiko Sierich

O Diretor de Negócios e Inovação do Parque Tecnológico Itaipu, Rodrigo Régis, avaliou de forma bastante positiva o andamento das atividades do Programa Integração Universidade Empresa e apontou um cenário positivo para o futuro da cultura de inovação em Foz do Iguaçu e região. 

“A participação do Parque Tecnológico Itaipu na promoção da cultura da inovação, é fazer essa sinergia entre diferentes atores locais. Esperamos que nos próximos cinco ou dez anos esse conceito já esteja no DNA de Foz do Iguaçu e região. As visitas de hoje mostraram que estamos alcançando o objetivo planejado para o Programa.”, finalizou Régis.

Programa Acelera Foz

PTI seleciona projetos de sete empresas para acelerar retomada…

O desafio foi grande – os empreendedores tiveram apenas 20 minutos para transmitir a uma banca de avaliadores projetos de negócios que muitas vezes levaram meses ou anos para serem construídos. Foram 15 propostas participantes no Demoday, evento organizado pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR), com a finalidade de, ao final do processo de avaliação, direcionar investimentos de até R$ 100 mil para a aceleração de cinco projetos. 

Esta edição do Demoday foi toda realizada virtualmente – em virtude das medidas para combater o coronavírus, nos dias 18 e 19 de agosto. Ao todo, foram mais de seis horas de transmissão ao vivo com mais de 270 visualizações, em evento compartilhado apenas com convidados do PTI – entre empreendedores, avaliadores, investidores e representantes de instituições parceiras. Os resultados do evento foram divulgados nesta segunda-feira, 31, e as empresas SII Smart, AIS Ambientes Virtuais, B2B Hotel, TARS, Um Bom APP, Quality e EVAH.io foram escolhidas para a próxima etapa de avaliação, em que deverão entregar os planos de trabalho de suas propostas. No início de outubro, cinco das sete selecionadas vão receber a primeira parcela dos investimentos. 

Os 15 empreendedores de três estados – Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro – participaram do edital de Inovação Corporativa, com soluções voltadas ao auxílio da retomada do crescimento econômico devido aos efeitos da pandemia do coronavírus, uma das ações do PTI no Programa Acelera Foz. 

“O edital para incubação de novas empresas já estava aberto, mas entendemos que o momento necessitava de ações também direcionadas à crise econômica e criamos este mecanismo para o suporte de projetos diretamente relacionados a recuperação de cinco setores”, explicou o diretor de Negócios e Inovação do Parque Tecnológico, Rodrigo Régis de Almeida Galvão. 

Foram três apresentações nas temáticas de Turismo, Saúde e Educação, e Varejo e Indústria; cada uma com cinco propostas e uma banca de avaliadores, que reuniu representantes do Sebrae, Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Hospital Municipal Costa Cavalcanti, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Porto Digital, Codel – Instituto de Desenvolvimento de Londrina, Hards Aceleradora, Darwin Startups, Start Aceleradora, Prognus Soluções Livres e I.PRO Estratégia Organizacional. 

Propostas vencedoras

A TARS,  a SII Smart e a B2B Hotel foram selecionadas com soluções na área de turismo. As empreendedoras Natália e Bianca, da TARS, apresentaram um aplicativo para personalizar e organizar a experiência dos turistas que vêm ao Destino Iguaçu e guiá-los nos atrativos, por meio de jogos

O empreendedor Higino Mandaji, da B2B Hotel, falou sobre a plataforma desenvolvida pela empresa para aproximar trabalhadores temporários dos hotéis, setor altamente afetado pela crise. A ferramenta oferece o controle de informações, como relatórios sobre pagamentos, quantidade de horas e fluxo de caixa; e, segundo Higino, possibilita a redução do risco do passivo trabalhista. ,  Já a Sii Smart, que atua com um sistema de gestão de hotelaria, desenvolveu um sistema de desinfecção com radiação UVC que já vem sendo utilizado em transportes e escolas. 

Ainda no primeiro dia do Demoday, foram feitas as apresentações na área de Educação e Saúde, nas quais a Quality foi escolhida para a próxima etapa.  Cleiton Mendes, da Quality, recebeu a aprovação da banca com a proposta de um curso especializado voltado para o Revalida, exame necessário para o reconhecimento de diplomas de médicos formados em outros países. 

A AIS Ambientes Virtuais, Um Bom App e a EVAH.io foram as empresas do segundo e último dia do Demoday que passaram à etapa seguinte da avaliação. O diretor da AIS, Yuri Sefrin, apresentou uma solução para indústrias que têm necessidade fazer treinamentos de normas regulamentadoras. A ferramenta da empresa utiliza a realidade virtual para essas capacitações, com menor custo e maior agilidade para as indústrias. A tecnologia, de acordo com ele, pode servir ainda para a realização de manutenções de equipamentos 

A empresa Um Bom App, dos empreendedores Marcelo Toledo e Pedro Siniscalchi, foi criada como uma solução para o desperdício de alimentos no Brasil. A plataforma da empresa possibilita que restaurantes comercializem o excedente de produção com um preço promocional, disponibilizado em uma “sacola mágica” aos usuários. 

A inserção dos negócios locais no meio virtual é o objetivo do projeto da EVAH.io, que, conforme explicou o fundador da empresa, Thiago Barroncas, além de desenvolver a plataforma digital, envolve também  orientações relacionadas ao planejamento e estratégias para aquisição de novos clientes. Logo no início da pandemia do coronavírus no Brasil, em março, a EVAH.io implementou  25 lojas virtuais em nove dias para empreendedores de Foz do Iguaçu gratuitamente, visando reduzir os prejuízos aos negócios e a quantidade de demissões. 

Entre os critérios analisados pelos avaliadores para a seleção das sete empresas, estiveram faturamento, portfólio de clientes, maturidade e potencial de impacto e econômico da solução, e tempo estimado para adequação e/ou implementação. Até o dia 8 de setembro, os empreendedores deverão enviar ao Parque Tecnológico seus planos de trabalho. A formalização dos repasses está prevista entre os dias 21 e 25 de setembro e os primeiros repasses devem acontecer ainda no início de outubro. 
 Especial: 

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Mais de 60 empresas serão beneficiadas pelo Programa de…

O Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR) divulgou nesta sexta-feira, 28, a lista de propostas aprovadas pelo Programa de Integração Universidade empresa. Ao todo, mais de cem empresas iguaçuenses se inscreveram no Edital de seleção. Destas, 69 foram aprovadas e vão atuar em parceria com 169 estudantes, que receberão bolsa-auxílio de até R$ 800,00. A lista completa dos projetos está disponível no link: pti.org.br/programaintegracao.

Para a aluna do 8º período do curso de Agronomia do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas (UDC), Francielli Letícia de Carvalho, “essa é uma grande oportunidade para colocar em prática os conhecimentos teóricos da graduação, além de contribuir com a comunidade iguaçuense”.

Francielli, junto com os estudantes Darlan Tochetto e Marcos Teixeira, têm pela frente um grande desafio: ajudar a empresa Ecovitalle na implantação do Projeto Recolhe, uma iniciativa ambientalmente correta de coleta, transporte e triagem de resíduos sólidos recicláveis e óleo de cozinha em condomínios e empreendimentos locais. A proposta foi uma das selecionadas pelo Programa.

Segundo Lívia de Oliveira Miranda, representante responsável por supervisionar o andamento dos trabalhos na empresa, essa atuação conjunta vai beneficiar não só os envolvidos diretos, mas o município em um contexto geral.

“Os estudantes vão ganhar com a vivência prática do mercado de trabalho; a empresa deve ganhar com o conhecimento acadêmico e a disponibilização de um novo produto; já o município será beneficiado com a coleta e descarte correto desses resíduos – que é um dos entraves do setor; e a população desses condomínios e empreendimentos terá uma opção correta e confiável para descarte”, detalhou Lívia.

A supervisora destacou ainda que, se tudo der certo, com a renda gerada pelo Projeto será possível recontratar ou contratar novos funcionários que precisaram ser desligados por conta dos impactos econômicos da pandemia.

Os estudantes serão orientados pelo professor Ricardo Allebrandt, da UDC.

Para o Diretor de Negócios e Inovação do PTI-BR, Rodrigo Regis de Almeida Galvão, o Parque Tecnológico tem como papel fundamental realizar a conexão entre as instituições de ensino e as empresas “pensando na geração de riquezas e novas oportunidades de negócios para a população de Foz do Iguaçu e Região”.

Sobre o Programa

O Programa Integração Universidade empresa integra as ações do Programa Acelera Foz e tem como objetivo contribuir com a retomada econômica pós período de pandemia – através do desenvolvimento de soluções para micro, pequenas e médias empresas, além de diminuir a evasão de estudantes universitários, tanto da graduação como da pós-graduação, por meio da oferta de bolsas na modalidade Pesquisador na Empresa.

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Vila A Inteligente: Comunidade terá papel fundamental para o…

O engajamento da comunidade no Programa Vila A Inteligente é um dos princípios da iniciativa, tanto para validar as tecnologias que serão implantadas na primeira etapa, como para levantar as necessidades para o desenvolvimento de outras soluções. A primeira aproximação entre o Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR), um dos parceiros do projeto, e a Associação de Moradores da Vila A (AMVA) foi na última sexta-feira, 14, em reunião na sede da associação.

Os representantes da associação conheceram mais detalhes sobre a implementação do projeto que prevê, inicialmente, a instalação de tecnologias voltadas a cidades inteligentes nas áreas de segurança pública, mobilidade, ambiental e integração com a comunidade.

A iniciativa, que vai transformar a Vila A no primeiro bairro público inteligente do Brasil, é promovida pelo PTI, em parceria com a Itaipu Binacional, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Prefeitura de Foz do Iguaçu. O decreto da prefeitura que regulamenta a instituição de uma “sandbox” na Vila A, criando um ambiente experimental de inovação científica, tecnológica e empreendedora, que vai possibilitar testes e validações de soluções de empresas de todo o país, foi publicado em junho. O lançamento oficial do programa foi no final de julho e a intenção é que as tecnologias comecem a ser implementadas ainda neste ano.

O gerente do Centro de Tecnologias Abertas e Internet das Coisas (IoT), Willbur Rogers de Souza, explicou aos representantes da AMVA que as tecnologias de cidades inteligentes têm como objetivo a melhoria da qualidade de vida e bem-estar da população. Ele apresentou as soluções que serão implantadas nos próximos meses – como semáforos inteligentes, luminárias inteligente com reconhecimento facial e monitoramento de placas de veículos nos trevos de acessos.

Willbur ressaltou essas tecnologias “são o ponto de partida” do projeto, mas que a iniciativa não deve ficar restrita a esses temas. Por isso, é importante a participação da associação e de toda a sociedade para o levantamento das necessidades.

O presidente da Associação de Moradores da Vila A, Eloir Copetti, considerou que o projeto “superou todas as expectativas”. Ele disse esperar que a instalação das soluções proporcione um maior bem-estar para a comunidade, não apenas para os moradores do bairro, mas para todos que usam os espaços da Vila A. “Esperamos que proporcione uma melhoria nas condições de vida como um todo, desde a questão tecnológica, abrangendo também a economia e o meio ambiente”, afirmou.

O projeto tem a intenção de atrair empresas de médio e grande porte para esse ambiente de testes e validações que será criado na Vila A. Com isso, o objetivo é gerar novos empregos e renda para Foz do Iguaçu.

Por que a Vila A foi escolhida?

Além da ligação histórica com a Itaipu Binacional, uma das parceiras da iniciativa, uma vez que o bairro foi criado à época da construção da usina para abrigar os trabalhadores da obra, algumas características foram fundamentais para a escolha da Vila A. Entre elas, está o fato de ser gerida por uma governança – a Associação de Moradores da Vila A; possui um banco com dados de segurança, como furtos e roubos; ter uma iniciativa coordenada de coleta seletiva de resíduos e uma Unidade de Valorização de Recicláveis; ter equipamentos públicos de lazer; apresentar infraestrutura suporte inicial de conectividade e fibra óptica, com uma rede de comunicação de fibra óptica interligada com a área da Itaipu.

No bairro também estão sendo desenvolvidos projetos como a construção do Mercado Municipal e a revitalização do Gramadão, pela Itaipu, que serão interligados com as tecnologias de cidades inteligentes. A ideia é que o projeto seja um modelo a ser replicado em outros bairros de Foz do Iguaçu e outras cidades do País.

Programa Acelera Foz

Acelera Foz investe em inovação para diversificar economia e…

Inovação, tecnologia e empreendedorismo estão entre as prioridades da agenda de retomada econômica do Programa Acelera Foz. O desenvolvimento desses recursos busca diversificar a economia, dinamizar o ambiente de negócios, gerar novos postos de trabalho e elevar a qualidade de vida da população iguaçuense.

A inovação está associada à captação de investimentos, no eixo 5 do plano de ações prioritárias do programa. Já em realização, estão editais de fomento e apoio a empreendedores criativos, a transformação da Vila A no primeiro bairro público inteligente do Brasil e a instalação de um centro de inteligência artificial (IA).

Os recursos são provenientes da Itaipu Binacional, do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e de instituições parceiras. Os valores estão sendo investidos em editais de Integração Universidade e Empresa, Empreendedorismo Inovador (2020-2021), Desafio Inova Oeste e Programa ConectaDEL e In²teraction, Vila A Inteligente e Centro de Inteligência Artificial em Agroenergia.

De acordo com o superintendente do PTI, general Eduardo Garrido, as frentes de ação do Acelera Foz têm como objetivo tornar Foz do Iguaçu um polo de inovação e empreendedorismo. Os resultados são efetivos para a economia. Cada real investido por uma startup, por exemplo, resulta em R$ 19,50 de faturamento e R$ 1,39 na forma de tributos para o poder público.

General Eduardo Garrido: Tornar Foz um atrativo para empresas – foto Kiko Sierich/PTI

“O Parque Tecnológico Itaipu tem investido seus esforços, com a disponibilização das diversas competências de suas equipes e toda sua infraestrutura, para que Foz do Iguaçu seja um atrativo para empresas de todo o país e até mesmo internacionais”, enfatiza. “Isso vai contribuir para a geração de empregos e renda para a cidade”, afirma.

Essas iniciativas, que integram o eixo 5 do Programa Acelera Foz, de incentivo à inovação e atração de investimentos, buscam os seguintes resultados*:

– 8 mil postos de trabalho impactados;

– R$ 11 milhões de investimentos em inovação;

– 250 empresas apoiadas;

– 300 bolsas de pesquisa;

– 40 startups impulsionadas;

– 50 novas soluções para o mercado;

– 320 profissionais capacitados;

– Vila A sendo o primeiro bairro público inteligente do Brasil e referência de planejamento; e

– Centro de Inteligência Artificial em Agroenergia reconhecido pelo governo federal.

* Ações previstas até 2022.

Inovação para o crescimento

Integrante do Acelera Foz, o Sebrae é instituição-chave para o desenvolvimento em inovação, tecnologia e empreendedorismo. O gerente da Regional Oeste da entidade, Augusto Stein, ressalta que investimentos nesses segmentos são decisões estratégicas para a retomada do crescimento no atual contexto de superação dos efeitos da pandemia na economia.

Augusto Stein: Criar condições para que as empresas enfrentem a crise – foto Divulgação/Sebrae

“Entendemos que investimentos em inovação e tecnologia, através do fomento a empresas com maior capacidade de crescimento, são fundamentais para o desenvolvimento econômico de um território”, aponta Augusto. “Em um momento como este, em que precisamos criar condições para que as empresas enfrentem a crise e auxiliem na dinamização da economia e no processo de retomada, essas ações tendem a ser ainda mais necessárias e efetivas”, expõe.

Mais ações

Na área de inovação/investimentos, o Programa Acelera Foz também prevê a criação do Centro Municipal de Inovação, a facilitação de acesso ao crédito e a implantação de um escritório de atração e recepção de investimentos em Foz do Iguaçu, todas ações que estão sendo desenvolvidas. Faz parte desse eixo, ainda, o estímulo à criação do polo de serviços de saúde no município.

Programa

Parte do plano de retomada econômica da cidade, o Acelera Foz tem a coordenação estratégica do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz), Itaipu Binacional, PTI, Prefeitura de Foz do Iguaçu, Sebrae, Programa Oeste em Desenvolvimento (POD), Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI) e Conselho Municipal de Turismo (Comtur).

Programa Acelera Foz

Programa Foz Juro Zero já liberou R$ 12 milhões…

Uma das cidades mais impactadas do Paraná com a pandemia do novo coronavírus (covid-19), Foz do Iguaçu já liberou mais de R$ 12 milhões em linhas de crédito com juro zero para profissionais autônomos e liberais, trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs) e microempresários (MEs).

Até a ultima sexta-feira, 7 de agosto, o programa Foz Juro Zero já contabilizava a liberação de R$ 12.152.310,01, com 2.523 atendimentos nesta primeira fase do programa. O Foz Juro Zero é uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu com a Fomento Paraná, por meio do programa Paraná Recupera e o Sebrae-PR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

“Somos a cidade paranaense que mais liberou crédito nessa pandemia. A primeira fase está chegando ao fim, mas já estamos desenhando uma nova etapa, que terá os limites de créditos ampliados”, afirma o secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Gilmar Piolla.

Para essa primeira fase do programa, a Fomento Paraná foi a instituição financeira que apresentou a menor taxa de juros, de 5,09% ao ano, o equivalente a 0,41% ao mês, enquanto outras instituições propuseram taxas entre 1,7% e 3,5% ao mês. O prazo de carência dos empréstimos é de 12 meses e o de pagamento das parcelas, entre 12 e 24 meses.

A Prefeitura pagará a taxa de juros das parcelas quitadas em dia, até a data de vencimento. Para pagamentos em atraso será cobrada a taxa normal de juros da linha Paraná Recupera, de 0,41% ao mês.

“Os resultados até o momento são significativos, sabemos que ainda têm muitos empreendedores que necessitam de crédito e a integração entre os parceiros continua para atender o maior número possível de pessoas. Esperamos em breve oferecer outras soluções de apoio aos empreendedores como forma de fortalecer seus negócios, isso ajudará todos na retomada da economia”, explica o consultor do Sebrae, Marcelo Padilha.

Linhas de crédito

Pela parceria entre a Prefeitura Municipal e a Fomento Paraná, três linhas de crédito foram colocadas à disposição dos interessados. A linha de R$ 1.500,00 é destinada ao atendimento de autônomos e informais sem CNPJ. Uma linha de até R$ 3.000,00 atende MEIs e microempresas com até 12 meses de fundação. E a linha de até R$ 6.000,00 beneficia MEIs e microempresas que estejam em atividade há mais de 12 meses.

Na segunda etapa, que ainda não tem data para começar, pois depende do lançamento de um edital de chamamento público das instituições financeiras, o limite será ampliado para R$ 5.000,00 para autônomos e informais sem CNPJ; R$ 10 mil para MEIs e microempresas até 12 meses de constituição; e para R$ 20 mil para MEIs e microempresas com mais de 12 meses de existência.

Poderão obter crédito pelo programa Foz Juro Zero uma extensa lista de atividades formais e informais, tais como guias de turismo, diaristas, cabeleireiros, costureiras, artesãos, motoristas de aplicativos, taxistas, cantores, músicos, vendedores ambulantes, mototaxistas, motoristas de aplicativos, dentre outras atividades que se enquadram na lista oficial de ocupações permitidas ao MEI. Profissionais liberais também podem se habilitar desde que possuam CNPJ como microempresários.

As condições para a segunda fase ainda estão sendo definidas e serão divulgadas posteriormente. O prazo de pagamento poderá ser ampliado até 48 meses, incluindo 12 meses de carência.

Banco do Empreendedor

O Banco do Empreendedor realiza o atendimento do programa Foz Juro Zero e das demais linhas de crédito. No total, durante essa pandemia, o Banco do Empreendedor já liberou R$ 15.927.100,04, sendo R$ 12.152.310,01 do Juro Zero, R$ 1.823.978,14 do Banco da Mulher, e R$ 1.950811,89 do Banco do Empreendedor e demais linhas de crédito da Fomento Paraná.

O Programa Foz Juro Zero

O Programa de Microfinanças de Foz do Iguaçu foi instituído mediante aprovação da Lei Municipal n° 4.829, de 20 de dezembro de 2019, regulamentado pelo Decreto nº 28.021, de 6 de abril de 2020.

A Prefeitura investirá um montante de até R$ 3 milhões dos recursos orçamentários da Secretaria de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, provenientes de royalties da Itaipu Binacional, para fazer a alavancagem de crédito, que poderá chegar a R$ 30 milhões.

O Foz Juro Zero faz parte de uma série de ações do programa Acelera Foz, que tem como objetivo recuperar a economia da cidade. Fazem parte da iniciativa o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz), Prefeitura Municipal, Itaipu Binacional, Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Sebrae, Programa Oeste Desenvolvimento, Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI) e Conselho Municipal de Turismo (Comtur), dentre outras instituições.

Programa Foz Juro Zero

Para evitar aglomerações, o atendimento presencial é realizado mediante agendamento pelo WhatsApp (45) 98423-3132.

Documentos necessários:

Comprovante de CNPJ
Identidade: RG – CPF ou CNH (titular e sócios se houver)
Comprovante de endereço atual
Cópia de comprovante de conta corrente em seu nome (cartão onde apareça agência e conta corrente ou extrato).
Identidade: RG, CPF ou CNH do conjugue/companheiro (se for casado (a)).
Foto selfie com documento apresentado, segurando nas mãos RG ou CNH do (a) solicitante.
Assinatura da Autorização de Consulta Cadastral do CPF ou CNPJ
Para solicitar crédito informal / autônomo favor anexar a declaração de que é empreendedor informal (solicitar modelo).

(Secretaria de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos)

Programa Acelera Foz

Primeiro bairro público inteligente do Brasil é lançado em…

Ainda neste ano, a Vila A, em Foz do Iguaçu, inicia um processo de transformação que deve, além de proporcionar melhorias em áreas como segurança pública e mobilidade aos moradores, atrair empresas de base tecnológica para o município. Pelo Programa Vila A Inteligente, lançado nesta terça-feira (28), o bairro será um ambiente de testes e validações de tecnologias na área de Cidades Inteligentes, que começam a ser implementadas nos próximos meses. 

A iniciativa é promovida por uma parceria entre a Itaipu Binacional, o Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu, e integra as ações do Programa Acelera Foz, com o objetivo de diversificar a economia de Foz do Iguaçu e torná-la um polo de inovação e empreendedorismo. Inicialmente, serão instaladas dez tecnologias, com um investimento de mais de R$ 10 milhões (sendo R$ 6,2 milhões da ABDI e R$ 4,5 milhões da Itaipu). 

“É a realização de um sonho, que é transformar a Vila e, por indução, toda Foz do Iguaçu, em uma área de projetos inteligentes, em que podemos integrar uma série de iniciativas que estão em curso, em áreas como infraestrutura, segurança pública e sustentabilidade, visando, principalmente, a qualidade de vida e o bem-estar do cidadão”, afirmou o diretor-geral brasileiro da Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, durante a solenidade de lançamento do projeto, no Centro Executivo da Itaipu Binacional, localizado na Vila A. 

Ele destacou os diversos investimentos que empresa vem realizando em Foz, como a reforma do Aeroporto Internacional, duplicação da Rodovia das Cataratas e construção da Ponte da Integração, além de outras melhorias na própria Vila A, como a revitalização do Gramadão, ciclovia e novo mercado municipal. 

Tecnologias

O projeto Vila A Inteligente tem duração prevista de 36 meses e, na primeira fase, serão instaladas soluções em quatro áreas temáticas. A primeira, de Segurança Pública, envolve luminárias inteligentes com monitoramento de pessoas por reconhecimento facial e monitoramento de veículos por reconhecimento de placas. Na área de Mobilidade, o bairro vai contar com semáforos, pontos de ônibus e estacionamentos inteligentes. 

Já na área Ambiental, serão implementadas tecnologias para o monitoramento climático e ambiental da Vila A. A quarta área, de Integração com a Comunidade, abrange a disponibilização de rede wi-fi pública e o desenvolvimento de um aplicativo com funções como botão de pânico, acompanhamento da rota dos caminhões de coleta seletiva e informações sobre o transporte coletivo.

O presidente da ABDI, Igor Calvet, destacou que esteve em Foz no último mês de dezembro para o lançamento do Fronteira Tech, projeto que envolve tecnologias ligadas à Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial, para incrementar a segurança pública na área da  Ponte da Amizade e Aduana da Receita Federal. “Agora retornamos para este novo projeto que consolida um momento importante para Foz do Iguaçu, para a atração de empresas e o desenvolvimento de novas tecnologias”, disse. 

Sandbox

Para viabilizar a implementação da iniciativa, a Prefeitura de Foz do Iguaçu publicou no dia 25 de junho de 2020 o Decreto nº 28.444, instituindo o “Programa SandBox”, que regulamenta no município a instituição de ambientes experimentais de inovação científica, tecnológica e empreendedora, sob o formato de bancos de testes regulatórios. 

“O município não poderia deixar de apoiar essa iniciativa tão importante para o futuro e para o processo de recuperação econômica que tanto desejamos para Foz do Iguaçu”, garantiu o vice-prefeito do município, Nilton Bobato, representando o prefeito Chico Brasileiro na solenidade de lançamento do projeto. 

O termo SandBox é utilizado na área de tecnologia da informação e corresponde a um ambiente isolado, específico para testes de uma aplicação, o que oferece às empresas inovadoras a possibilidade de operação, em condições e prazos determinados.

A expectativa do Vila A Inteligente é que a instauração desse ambiente impulsione a geração de novos negócios; a atração de mais de 20 novas empresas e startups e quatro empresas âncoras (de médio e grande porte); e a criação de centenas de empregos diretos e indiretos.  A intenção é que o modelo possa ser replicado para outros bairros de Foz do Iguaçu e em outras cidades do Brasil. 

Laboratório Vivo

O Parque Tecnológico Itaipu e a ABDI vêm trabalhando em parceria no tema de Cidades Inteligentes desde 2019, quando foi inaugurado no PTI o Laboratório Vivo de Cidades Inteligentes, como um espaço de validação de tecnologias que funcionam como uma vitrine para auxiliar a tomada de decisões de gestores públicos em relação aos benefícios das soluções. O Centro de Controle e Operações (CCO) do Laboratório do PTI, onde são administradas todas as informações geradas pelas tecnologias, será integrado ao CCO da Vila A.

“Esta é uma oportunidade muito relevante”, afirmou o diretor superintendente do PTI, general Eduardo Castanheira Garrido Alves. “Já vínhamos desenvolvendo algumas tecnologias de Cidades Inteligentes dentro do PTI e agora é o momento de testá-las em um ambiente urbano com todas as peculiaridades do seu dia a dia. É também uma iniciativa alinhada com as orientações do governo federal, de atuar na geração de emprego e renda, e deixar um legado para a população”, concluiu.